5 contos eróticos para inspirar sua noite de sexo

Solte a imaginação com as histórias picantes de sedução, amor, sexo e traição

Seja a fantasia de transar com o gostosão da academia, de fazer sexo com um desconhecido ou de comemorar com sexo a três na sua boda de casamento, tudo é permitido se a intenção for para te levar ao prazer. Por isso, leia cada um dos contos eróticos como se a personagem principal fosse você. Deixe que a excitação e o desejo tomem conta do seu corpo para que, sozinha ou acompanhada, você possa curtir um delicioso orgasmo.

Confira 5 contos eróticos para se inspirar:

1. O bem dotado da academia

Ainda que com a correria do dia a dia seja difícil conciliar o trabalho com um tempinho para cuidar da gente, não abro mão de ir toda semana à academia. Mantenho essa rotina há pelo menos dois anos porque é graças a ela que meu corpo fica muito mais bonito e sarado, e assim, qualquer vestido que eu use marca muito mais minhas curvas – o que eu sei que deixa os homens completamente loucos.

Além disso, na academia aparecem uns caras musculosos e suados que me deixam babando! Aqueles peitorais maravilhosos sempre me fizeram pensar mil loucuras, e mal imaginava eu que muito em breve esse sonhos acabariam virando uma das melhores transas que eu já tive na vida.

Ontem à tarde, um garotão de 18 anos, com corpão, músculos e jeito de macho alfa sentou em um dos aparelhos do meu lado. Logo de cara eu notei que ao sentar, o shorts agarradinho que ele estava usando deixava mostrar um volume bem recheado no meio das pernas.

Eu já estava preparada pra sonhar com aquele gato do pau grosso à noite, quando reparei que ele não tirava os olhos da minha bunda. De propósito, inclinei um pouquinho mais o aparelho, deixando ele com uma visão privilegiada do meu corpo. E não é que o safado não desgrudou mais os olhos de mim?!

Resolvi testar o limite do garoto e sentei na bicicleta, fazendo questão de roçar algumas vezes, com vigor, minha vagina no selim. Não deu outra: o menino ficou em chamas! Dava pra notar que ele estava me comendo com os olhos e desesperado para me atacar. Sem pensar muito, levantei da bicicleta e fui em direção à saída, passando por ele no caminho e sussurrando enquanto olhava na sua direção “No estacionamento”.

Achei um cantinho escuro em meio aos carros e não demorou nem dois minutos para o safado aparecer de mastro duro na minha frente. Ele já chegou me dando um beijo quente e molhado e colocando a mão por dentro do meu shorts, querendo me masturbar.

Mas eu estava tão desesperada por aquele pacote enorme que resolvi atacar antes: abaixei o shorts e a cueca dele, e abocanhei seu pau. E ele era enorme, ainda maior do que o shorts deixava imaginar!

Chupei várias e várias vezes, até ele não aguentar mais e me pegar de jeito: pela frente e depois por trás, em um ritmo louco em que eu não consegui nem respirar. De vez em quando alguém aparecia no estacionamento e nós precisávamos nos esconder ainda mais, abafando o som dos gemidos e ficando cada vez mais excitados com a situação. Depois que a pessoa ia embora, a gente recomeçava tudo de novo com vigor.

Chegamos ao orgasmo juntos, completamente cansados e extasiados, mais de uma vez. Foi tudo tão intenso e longo, que quando nos recompusemos e nos vestimos, já era noite. Dei então um beijo bem safado de despedida nele e fui embora, já sonhando acordada com os próximos dias na academia…

2. Presente de casamento

A comemoração do meu aniversário de casamento nunca foi tão memorável quanto a deste ano. Nas últimas cinco bodas, a rotina era jantar em um bom restaurante e seguir para o motel. Mas, como o clima não estava tão bom entre nós, resolvi sugerir que fizéssemos algo mais romântico. A sugestão dele foi de reservarmos um quarto de hotel para passarmos o final de semana. Adorei a ideia!

Estacionando o carro no tal hotel, notei que era exatamente o qual uma grande amiga gerencia. A encontramos na recepção e contamos o motivo da reserva. Ela nos parabenizou e fez questão de ela mesma nos levar até o quarto. A cama era enorme, tinha também uma banheira e um sofá disposto bem no meio do cômodo que separava o quarto do banheiro. A gerente e amiga nos entregou a chave e desejou-nos uma ótima noite. E era disso mesmo que precisávamos.

Meu marido, todo carinhoso, já havia pedido para deixar champanhe e morangos no quarto e logo começamos a saborear. Entre beijos carinhosos, fui tirando a camisa dele e ele o meu vestido. Sentei-o na cama, abri a braguilha e comecei a chupá-lo. O gosto do champanhe com o sêmen que começava a sair me excitava. Enquanto estava ali, ajoelhada, vi a porta se abrir. Um homem moreno, de terno e com cabelos bem penteados entrava no quarto lentamente. Senti uma mistura de medo com excitação, e continuei a chupar meu marido sem cessar. O homem começou a se despir na minha frente e meu marido não percebia nada, pois estava de costas. Completamente nu, ele passou para o outro lado do quarto e agachou-se junto a mim, colocando a mão entre as minhas pernas. Meu marido, percebendo o meu rebolado sincronizado com o sugar do seu pênis, sequer ousou mandar o homem embora.

Percebendo a aprovação do meu marido, o moreno me pegou por trás, ali no tapete mesmo e penetrou em mim um pau rígido e grosso. Meu marido, gostando do encontro, começou a beijar os meus seios. As penetrações do homem começaram a ficar cada vez mais profundas e fortes, e meu marido seguiu o ritmo e mordia meus os seios vigorosamente. Sendo servida por dois homens, um conhecido e cheio de afeto e outro completamente desconhecido e vibrando em força, não demorou e os meus gemidos se transformaram em um alto grito de prazer. Aquele havia sido o mais intenso orgasmo da minha vida.

Deitada no chão, já sem forças, vi o homem se vestindo e saindo sem dar uma palavra. Recebi um beijo do meu marido e em seguida ele me perguntou: “Gostou do seu presente de casamento, amor?”.

3. Prazer a domicílio

Assim que comecei a trabalhar na pizzaria, meus colegas falavam muito de uma cliente que toda sexta, sábado e domingo fazia o mesmo pedido: uma pizza, metade calabresa sem cebola, e metade frango com catupiry e azeitonas verdes. Pontualmente às 9 horas da noite. Todos brigavam para fazer aquela entrega, mas para me “batizar”, no meu primeiro fim de semana ali, mandaram-me para o apartamento dela. Um edifício chique. Não entendi por que os caras tiravam tanto sarro quando me viram saindo com a pizza “da madame”.

Toquei a campainha. Uma mulher de uns 35 anos, linda, estilo capa de revista, atendeu, simpática: “Prazer, Rosana”. Fiz o mesmo: “Márcio. O prazer é meu”. Ela me olhou de cima a baixo e sorriu: “É nosso”. Com seu olhar cheio de tesão, parecia querer tirar minha roupa ali mesmo. Mandou-me entrar. Disse que ia buscar o dinheiro e saiu. Esperei na porta. Demorou; mexi na maçaneta… Fechada – e nada de chave! De repente, Rosana me chamou. Fui à sala de jantar e deparei-me com a visão do melhor banquete do mundo: Rosana deitada na mesa, totalmente nua. “Vem cá, vem… Quero ser recheada por você até às bordas”, disse, com uma vozinha meio gemida, supersensual.

Aquilo não era só um convite – era uma ordem. Não pensei duas vezes. Quando me dei conta, já estava agarrado à sua cintura, sugando aqueles peitos fartos e firmes. Ela me deu um beijo quente, sua língua lambeu o céu da minha boca. Meu coração estava a mil.

Eu já ouvira boatos sobre clientes que assediavam os entregadores, mas eu mal podia acreditar que estava acontecendo comigo. Era loucura demais! Só queria aproveitar a situação! Foi o que fiz. Alisei, beijei, lambi e apertei todo o corpão dela. Seios fartos e firmes; bunda grande, redonda, arrebitada; coxas torneadas… E entre elas, o triângulo mágico, de pelinhos macios.

Quando fui enfiar o dedo lá, a danada fechou as pernas e segurou meu punho. “Não, o dedo não. Quero outra coisa”, falou. Mas eu nem liguei. Ela pensava que ia ficar me dando ordens? Não, senhora! Enfiei o dedo maior-de-todos com força, inteiro. Ela deu um baita gemido, dolorido, tentou me empurrar. Eu a segurei firme pela cintura com meu braço livre e iniciei um vaivém, primeiro com um, depois com dois dedos, bem rápido. Ela se desmanchou e abriu as pernas.

Ao invés de empurrar, agora puxava minha mão. Eu remexia os dedos, rápido como um bom pianista. Em poucos minutos, ela foi à loucura, gozou urrando, tremendo inteirinha… Desvairada! Foi com muito esforço que não a possuí. Deixei-a em cima da mesa e fui embora.

Minha estratégia deu certo: nos dias seguintes, Rosana ligava e exigia que eu fizesse a entrega. Acabamos nos tornando amantes. Uma vez, ela quis me dar uma gorjeta, além do valor pizza, mas recusei. “Oxente!” Sou entregador de pizza (e de prazer), não sou garoto de programa!

4. Traição no estacionamento

Depois de uns bons anos sem ver minha amiga, fui convidada a ir a um jantar na sua casa, em comemoração a sua volta para a nossa cidade. Chegando ao prédio, fui recebida por ela, toda animada, contanto sobre o seu novo parceiro (e quase marido). Depois de abraços demorados de saudade, ela me convidou para entrar e logo correu para a cozinha, onde estava o tão falado namorado. Ao olhar para ele, senti meu corpo estremecer. Não podia ser! Por mais estranho que possa parecer, seu parceiro era um ex-rolo meu, da época da faculdade, (com quem eu já tive as mais loucas e deliciosas noites da minha vida!).

Senti seu olhar sobre o meu corpo e, como se não nos conhecêssemos, nos abraçamos em cumprimento. Um longo e quente abraço. Totalmente desconcertada e cercada pelas memórias das incríveis histórias do passado, eu mal conseguia me concentrar nas conversas.

Durante o jantar, senti seus pés insistentes roçarem as minhas pernas. Não foi possível controlar o tesão. Arrepiada, lançava olhares furtivos para ele, pedindo para que parasse. Mas contrariando meu pedido, as provocações só aumentavam. Ao final do jantar, já estava incendiada de tanto desejo! Antes de ir embora, como estava sozinha e havia ido até o apartamento de táxi, minha amiga deu a ideia de que ele me levasse até a minha casa enquanto ela arrumava todas as louças do jantar.

Descemos as escadas no prédio sem dizer uma só palavra até que as luzes falsearam e tudo se apagou. Neste momento, senti meu corpo sendo pressionado contra a parede e um calor sendo lançado contra o meu pescoço. Era ele. Dominada pelo desejo, não resisti. Sem ao menos pensar, tirei sua camisa e beijei incansavelmente seu pescoço. Em meio aos beijos e amassos, quando dei por mim já estávamos no estacionamento do prédio vazio, encostados no capô do carro. Ele começou a erguer minha saia e, quando percebi, já estava sem a calcinha. Abri com pressa a sua calça e fui virada bruscamente de costas. Enquanto ele roçava seu corpo no meu, implorei para que ele me penetrasse. Com toda a vontade do mundo ele meteu aquela vara em mim e manteve o seu ritmo por muito tempo. Gemi de prazer como nos velhos tempos. Suas mãos percorriam e apertavam meu corpo e aquilo me incendiava ainda mais.

Não sei quanto tempo ficamos envolvidos naquele prazer, mas sei que fui à loucura duas vezes! A brincadeira terminou ao toque do telefone dele. Era minha amiga perguntando o motivo da demora. A desculpa dada pelo namorado dela foi de que o trânsito estava intenso e ela caiu direitinho. Colocamos nossas roupas e fingimos que nada havia acontecido. Ele me deixou em casa e durante o resto da semana sonhei com aquela traição deliciosa.

5. Uma noite com os gêmeos

Há pouco mais de um ano, estava bebendo com dois vizinhos, o Beto e o Guto, irmãos gêmeos que moravam pertinho da minha casa. A conversa rolava solta, estava calor, a cerveja gelada não parava de chegar à mesa e, como não poderia deixar de ser, o assunto da mesa caiu em sexo.

Começamos trocando histórias e experiências, rindo das confusões em que todos nós já havíamos nos metido, até que, em determinado momento, o papo foi para os fetiches. O Beto confessou ser voyeur, revelando ficar cheio de tesão ao ver os outros transando, o Guto admitiu que curtia ser dominado na cama e eu, sem pensar nas consequências, assumi que tinha muita vontade de transar com dois homens ao mesmo tempo. Na mesma hora, um dos gêmeos começou a duvidar de mim. Ele falava que eu não teria coragem de sair com dois caras ao mesmo tempo, que só falava aquilo para bancar a moderninha, etc… A provocação começou a me irritar e, já bastante alcoolizada, soltei um: quer apostar que eu consigo? A resposta veio em forma de um beijo do Guto, que calou a minha boca e me deixou completamente surpresa! – Você aguenta dois mesmo? Então, vamos para a sua casa agora fazer o teste! Estava um pouco assustada, mas agora não tinha mais jeito. Pagamos a conta do bar e fomos direto para a minha casa.

No caminho, o Guto – que foi no banco de trás comigo – já estava mais do que empolgado, me beijava calorosamente, passava a mão pelos meus seios, apertava minha bunda e puxava gentilmente meu cabelo. Pelo retrovisor, podia ver que o Beto me olhava com tanto desejo que parecia me comer, antes mesmo de arrancar minhas roupas.

Descemos do carro nos agarrando muito… A mão de um dos meninos já invadia minha calça, enquanto o outro se esforçava para arrancar a minha blusa. O tesão era tão grande, que não consegui chegar até o quarto! Deitei no sofá da sala, arranquei minha calça e pedi para um dos meninos começar a me chupar. Meu Deus! Era impressionante!

Ele me lambia com firmeza, passando a língua nos lugares que mais me arrepiavam… Eu já não conseguia diferenciar quem estava comigo! Agarrei o membro de um deles e comecei a chupar no mesmo instante que o outro começou a me penetrar… Nunca imaginei que pudesse sentir tanto tesão! Aqueles dois homens, me comendo, me lambendo e me fazendo gozar fizeram com que eu me sentisse como uma verdadeira rainha. De quatro, não chão da sala, fui possuída por trás por um dos irmãos enquanto lambia deliciosamente o saco do outro. Em muitos momentos, imaginei que fosse desmaiar tamanho o prazer que eu estava sentindo!

Na manhã seguinte, quando acordei, estava sozinha na minha cama. Sentia-me tão realizada que tive a impressão de ter sonhado tudo aquilo. Levantei calmamente e fui até a cozinha beber um copo de água, mas, ao passar pela sala, vi que era tudo real: encontrei os dois irmãos, me olhando com o mesmo jeitinho safado, prontos para começar tudo de novo…

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